A Vila de Oleiros fica situada na zona do pinhal interior sul, sendo um dos Concelhos do Distrito de Castelo Branco. Dispõe um pouco por todo o Concelho, de locais excelentes de lazer, tais como rios, albufeiras, praias fluviais e miradouros de excelente panorâmica.

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Sobral – Oleiros

O Sobral é uma freguesia portuguesa do concelho de Oleiros, com 18,20 km² de área e 251 habitantes (2001). Densidade: 13,8 hab/km².

É uma frequesia localizada a 15 quilómetros da sede de concelho de Oleiros sendo separado pelo Distrito de Coimbra através do rio Zêzere.

Consta que o nome de Sobral teria surgido de uma mancha de sobreiros existente na zona.

Foi criada a freguesia em 31 de Agosto de 1804 com o padroeiro São João Batista.

É uma terra com forte tradição agrícola onde se destacava, em tempos, o cultivo do linho.

A nível habitacional, verifica-se a existência de algumas construções em xisto de arquitectura tradicional.

Destaca-se a existência da Igreja Matriz e da torre Sineira.

Fazem parte desta freguesia, Leiria de Cima, Roda de Baixo e Roda de Cima entre outros.

Fonte: Wikipédia

Mosteiro – Oleiros

É uma freguesia do concelho de Oleiros, com 17,17 km² de área e 422 habitantes (2001). Densidade: 24,6 hab/km². Dista 6 quilómetros da sede do concelho e é freguesia desde 1805, depois de ter sido desmembrada da de Oleiros.

É nesta freguesia que é cultivado o vinho calum, ao longo das margens da ribeira, é bastante reputado e merece uma referência especial. Trata-se dum vinho branco, muito ligeiro, de baixo teor alcoolico que por vezes se compara com o vinho verde.

A sua produção é no entanto muito reduzida, não chegando aos circuitos de comercialização, estando maioritariamente encarregue da sua difusão a ARCVASO.

Madeirã – Oleiros

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Esta freguesia foi erigida e desanexada da de Álvaro no ano de 1732. Situa-se a Oeste do concelho, com uma área de 29,9 Km2, fazendo fronteira com os concelhos vizinhos da Sertã, por via térrea e Pampilhosa da Serra, por via fluvial.

Tem tradição na renda macramé e são famosas as suas Cavacas e o Bolo de Mel. A produção de Aguardente de Medronho está também bastante associada a esta freguesia.

Apresenta ainda um núcleo antigo de arquitectura tradicional, encontrando-se muitos dos edifícios habitados e em bom estado de conservação. Sugere-se a visita à Igreja Matriz e à capela do Senhor Jesus de Vale Terreiro. A padroeira desta freguesia é Nossa Senhora do Carmo.

Destacam-se um conjunto de lugares como a Cava e os Vilares.

Nesta freguesia existe uma unidade hoteleira de Turismo Rural, de nome “Vilar dos Condes”, situada no lugar Vilares.

 Fonte: Município de Oleiros

Amieira – Oleiros

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O topónimo desta freguesia, Amieira, parece estar relacionado com terra de amieiros.

É quase certo que em 1194 ainda a terra era deserta quando da doação da região à Ordem do Hospital. O mais provável é que os povoadores tenham acorrido após garantias de protecção e outras regalias oferecidas pelos grandes senhores da região, os cavaleiros do Hospital.
Freguesia desde o ano de 1804, situa-se a Norte de Oleiros, com uma área de 28,2 Km2.

Do conjunto arquitectónico destaca-se a capela de São Francisco, sendo S. Francisco de Assis o padroeiro desta freguesia.

Salientam-se desta freguesia os aglomerados: Abitureira, Urraca e Sendinho da Senhora.

Estreito – Oleiros

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O Estreito, freguesia desde 1535, Situa-se a Este do concelho, com uma área IMG_3728_jpg de 70 Km2, sendo a sua segunda maior freguesia. Vigiada permanentemente pela serra do Moradal, oferece, ao mesmo tempo, uma barreira física de difícil transposição.

Situada nas faldas do Moradal, deve o seu nome à natural “estreiteza” do caminho que liga estas paragens a terras para lá desta serra.
É nesta freguesia, em Pêro Beques, que nasce a ribeira com o mesmo nome, passando posteriormente por Oleiros e Sertã.

O aglomerado ocupa um vale de terras férteis e planas, destacando-se do núcleo mais antigo o Largo da Torre Sineira. A Igreja Matriz tem uma construção relativamente recente apresentando o cunho artístico de Soares Branco.

De realçar será o casario de xisto de construção seiscentista, digno de ser visto IMG_3717_jpg por quem ali passar.
Existe nesta freguesia uma forte tradição ligada ao linho, sendo bastante afamados os seus teares. Os trabalhos em cobre, nomeadamente a o fabrico de alambiques e a cestaria são outros ofícios levados a cabo nesta freguesia.

Destacam-se desta freguesia os seguintes aglomerados: Ameixoeira, Bafareira, Cova da Azenha, Estorneiros, Mougueiras de Cima, Pião, Raposeira, Rebisca, Retaxo, Roqueiro, São Torcato, vale Vale de Ouzanda e Vidigal.

Será de referir que esta freguesia conta com uma unidade hoteleira, no aglomerado São Torcato, sendo esta unidade futuramente classificada como Casa Naturtejo.

Fonte: Municipio de Oleiros

Amieira – Oleiros

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O topónimo desta freguesia, Amieira, parece estar relacionado com terra de IMG_6969_jpg amieiros.

É quase certo que em 1194 ainda a terra era deserta quando da doação da região à Ordem do Hospital.

O mais provável é que os povoadores tenham acorrido após garantias de protecção e outras regalias oferecidas pelos grandes senhores da região, os cavaleiros do Hospital.

Freguesia desde o ano de 1804, situa-se a Norte de Oleiros, com uma área de 28,2 Km2.

Do conjunto arquitectónico destaca-se a capela de São Francisco, sendo S. Francisco de Assis o padroeiro desta freguesia.

Salientam-se desta freguesia os aglomerados: Abitureira, Urraca e Sendinho da Senhora.

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Sarnadas de São Simão – Oleiros

A aldeia de Sarnadas de S. Simão situa-se a Este, no limite do concelho, na Serra do Muradal, tendo uma área de 31 Km2. Esta freguesia apresenta, no contexto oleirense, alguma dimensão.

A origem do seu nome parece provir do étimo latino cerno, que significa ver ao longe, uma vez que a serra oferece paisagens únicas.

Em tempos esta terra deveria ter considerável valor e tamanho. A sua Igreja Matriz, constituída por três altares, já existia antes de ser promovida a freguesia.

O aglomerado é constituído por um núcleo antigo bem consolidado, destacando-se a Igreja Matriz e a capela de S. Sebastião. Verifica-se, no entanto, a existência de uma ocupação urbana tradicional que o relevo, de alguma forma, acaba por impor.

Existe nesta terra, abundância de azeite, milho e fruta diversa, nomeadamente cerejas.

Fazem parte desta freguesia um conjunto de lugares dos quais se destacam: Cardosa, Silvosa e Vinha.

O padroeiro desta freguesia é S. Simão.

Fonte: Município de Oleiros

Orvalho – Oleiros

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Orvalho é uma das 12 Freguesias do concelho de Oleiros.

Esta Freguesia de Orvalho situa-se bem no coração da Beira Baixa, Orvalhoactualmente, uma das regiões com maior cultura tradicional do país. Mais concretamente, encontra-se num dos braços da Serra do Muradal, no extremo nordeste do Concelho de Oleiros, que integra o Distrito de Castelo Branco. Esta Freguesia é composta pelas aldeias de Orvalho, Casas da Zebreira, Foz de Giraldo e Adgiraldo, sendo que as mesmas estão junto à estrada nacional 112, que costumava ser a primordial ligação rodoviária entre o interior e o litoral, antes do surgimento das auto-estradas.

Ao fundo da Freguesia de Orvalho, existem dois interessantes miradouros. Um Miradouro do Mosqueirodeles, dois quilómetros a sul, tem o nome de Cabeça Murada. O outro, situado precisamente num dos extremos da aldeia do Orvalho, chama-se Cabeço Mosqueiro.

Site: Junta de Freguesia do Orvalho