Cambas – Oleiros

brasao

É uma freguesia do concelho de Oleiros, situada nas margens do rio Zêzere.

CAMBAS

A palavra Cambas deriva do latim, com a designação camba, cambae, significando curva. No entanto esta palavra parece ter uma origem diferente da maior parte das palavras latinas, que adivinham do etrusco, principal povo da peninsula itálica, fundador do império romano, e da língua dos outros povos da península itálica. Os romanos, como povo conquistador que foram, assimilaram muitas das palavras dos povos que conquistaram, e muitas dessas palavras têm origem celta e pertenciam ao vocabulário dos povos que antes dos romanos habitavam a península ibérica, nomeadamente na parte que constitui hoje o território português.

Uma dessas palavras era, certamente, “cambas”. A origem desta palavra parece estar na língua celta, com a raiz em kamb, cujo significado era “serpente”, “serpentear” e também “curvas” – quando fossem muitas. Foi com este significado que a palavra passou, para o latim, e deste para o português, apesar de hoje em dia raramente ser usada com tal significado.

Mais em: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Zêzere 

Zêzere1

Rio Zêzere Junto a Cambas.

Praia Fluvial de Cambas, com uma vasta área verde e com aproveitamento natural do Rio Zêzere. Local privilegiado para um dia de descanso em contacto com a natureza.
Nesta praia houve o aproveitamento perfeito do serpentear do Rio, constituindo um local único com uma riqueza natural e com pouca intervenção humana.

Isna – Oleiros

brasão1

Isna está situada numa pequena bacia, no centro da serra de Alvéolos, a cerca de 12km de distancia da sede de concelho, Oleiros, numa região de férteis terrenos, com abundantes cursos de água, como a bonita Ribeira da Isna.

Ribeira da Isna

Ribeira Isna

Até meados do século XX, esta aldeia, vivia em quase completo isolamento. Ainda nos dias de hoje se respira um ambiente calmo, onde o tempo parece ter parado.
Em Isna vale a pena ver a Igreja Matriz (século XVIII), a Capela de Nossa Senhora das Dores (datada de 1793), a Fonte das Mulheres (construída a mando do Rei D. Carlos que por aqui passou e atendeu o pedido das mulheres da aldeia) e também as diversas pontes e moinhos que se espalham pela região.

ISCA – Isna Sport Clube Alvéolos

Álvaro – Oleiros

brasão1 

Álvaro A aldeia de Álvaro, em tempos, foi sede de concelho, constituído pelas freguesias de Amieira, Sobral e Madeirã, como atestam as várias cartas régias e o foral concedido por D. Manuel, em 1514.

A sua toponímia deve-se, provavelmente, ao nome de um criado, Álvaro Pires, que ficou encarregue de governar estas terras na ausência do seu senhor, que tinha ido para a guerra.

O fidalgo nunca mais terá voltado e a povoação terá ficado com o nome de Álvaro Pires.

Esta freguesia situa-se a noroeste do concelho de Oleiros, ocupando uma área total de 29,4 Km2.

O aglomerado surge ao longo da rua central a olhar as escarpas rasgantes do rio Zêzere, conferindo-lhe características particulares no contexto concelhio. A aldeia de Álvaro integra a Rede das Aldeias do Xisto.
Deste conjunto habitacional destaca-se, além das casas solarengas, a capela da Misericórdia, imóvel classificado com valor concelhio e a Igreja Matriz.

Outro ponto de interesse, será a Praia Fluvial de Álvaro. Com uma ampla extensão de água e um panorama envolvente de rara beleza, o local transmite uma grande tranquilidade e um contacto com a natureza em estado puro. Para além das margens do rio, os banhistas têm ainda a possibilidade de utilizar duas piscinas flutuantes.

O patrono desta freguesia é S. Tiago Maior e dela fazem parte alguns lugares: Frazumeira, Pessegueiras, Longra, Sarnadas de Baixo, Sarnadas de Cima, Pandos, Quartos de Além, Quartos de Aquém, Sendinho de Santo Amaro e Gaspalha.

Brasão

Alvaro