Mosteiro – Oleiros

É uma freguesia do concelho de Oleiros, com 17,17 km² de área e 422 habitantes (2001). Densidade: 24,6 hab/km². Dista 6 quilómetros da sede do concelho e é freguesia desde 1805, depois de ter sido desmembrada da de Oleiros.

É nesta freguesia que é cultivado o vinho calum, ao longo das margens da ribeira, é bastante reputado e merece uma referência especial. Trata-se dum vinho branco, muito ligeiro, de baixo teor alcoolico que por vezes se compara com o vinho verde.

A sua produção é no entanto muito reduzida, não chegando aos circuitos de comercialização, estando maioritariamente encarregue da sua difusão a ARCVASO.

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Madeirã – Oleiros

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Esta freguesia foi erigida e desanexada da de Álvaro no ano de 1732. Situa-se a Oeste do concelho, com uma área de 29,9 Km2, fazendo fronteira com os concelhos vizinhos da Sertã, por via térrea e Pampilhosa da Serra, por via fluvial.

Tem tradição na renda macramé e são famosas as suas Cavacas e o Bolo de Mel. A produção de Aguardente de Medronho está também bastante associada a esta freguesia.

Apresenta ainda um núcleo antigo de arquitectura tradicional, encontrando-se muitos dos edifícios habitados e em bom estado de conservação. Sugere-se a visita à Igreja Matriz e à capela do Senhor Jesus de Vale Terreiro. A padroeira desta freguesia é Nossa Senhora do Carmo.

Destacam-se um conjunto de lugares como a Cava e os Vilares.

Nesta freguesia existe uma unidade hoteleira de Turismo Rural, de nome “Vilar dos Condes”, situada no lugar Vilares.

 Fonte: Município de Oleiros

Amieira – Oleiros

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O topónimo desta freguesia, Amieira, parece estar relacionado com terra de amieiros.

É quase certo que em 1194 ainda a terra era deserta quando da doação da região à Ordem do Hospital. O mais provável é que os povoadores tenham acorrido após garantias de protecção e outras regalias oferecidas pelos grandes senhores da região, os cavaleiros do Hospital.
Freguesia desde o ano de 1804, situa-se a Norte de Oleiros, com uma área de 28,2 Km2.

Do conjunto arquitectónico destaca-se a capela de São Francisco, sendo S. Francisco de Assis o padroeiro desta freguesia.

Salientam-se desta freguesia os aglomerados: Abitureira, Urraca e Sendinho da Senhora.

Estreito – Oleiros

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O Estreito, freguesia desde 1535, Situa-se a Este do concelho, com uma área IMG_3728_jpg de 70 Km2, sendo a sua segunda maior freguesia. Vigiada permanentemente pela serra do Moradal, oferece, ao mesmo tempo, uma barreira física de difícil transposição.

Situada nas faldas do Moradal, deve o seu nome à natural “estreiteza” do caminho que liga estas paragens a terras para lá desta serra.
É nesta freguesia, em Pêro Beques, que nasce a ribeira com o mesmo nome, passando posteriormente por Oleiros e Sertã.

O aglomerado ocupa um vale de terras férteis e planas, destacando-se do núcleo mais antigo o Largo da Torre Sineira. A Igreja Matriz tem uma construção relativamente recente apresentando o cunho artístico de Soares Branco.

De realçar será o casario de xisto de construção seiscentista, digno de ser visto IMG_3717_jpg por quem ali passar.
Existe nesta freguesia uma forte tradição ligada ao linho, sendo bastante afamados os seus teares. Os trabalhos em cobre, nomeadamente a o fabrico de alambiques e a cestaria são outros ofícios levados a cabo nesta freguesia.

Destacam-se desta freguesia os seguintes aglomerados: Ameixoeira, Bafareira, Cova da Azenha, Estorneiros, Mougueiras de Cima, Pião, Raposeira, Rebisca, Retaxo, Roqueiro, São Torcato, vale Vale de Ouzanda e Vidigal.

Será de referir que esta freguesia conta com uma unidade hoteleira, no aglomerado São Torcato, sendo esta unidade futuramente classificada como Casa Naturtejo.

Fonte: Municipio de Oleiros

Sarnadas de São Simão – Oleiros

A aldeia de Sarnadas de S. Simão situa-se a Este, no limite do concelho, na Serra do Muradal, tendo uma área de 31 Km2. Esta freguesia apresenta, no contexto oleirense, alguma dimensão.

A origem do seu nome parece provir do étimo latino cerno, que significa ver ao longe, uma vez que a serra oferece paisagens únicas.

Em tempos esta terra deveria ter considerável valor e tamanho. A sua Igreja Matriz, constituída por três altares, já existia antes de ser promovida a freguesia.

O aglomerado é constituído por um núcleo antigo bem consolidado, destacando-se a Igreja Matriz e a capela de S. Sebastião. Verifica-se, no entanto, a existência de uma ocupação urbana tradicional que o relevo, de alguma forma, acaba por impor.

Existe nesta terra, abundância de azeite, milho e fruta diversa, nomeadamente cerejas.

Fazem parte desta freguesia um conjunto de lugares dos quais se destacam: Cardosa, Silvosa e Vinha.

O padroeiro desta freguesia é S. Simão.

Fonte: Município de Oleiros

Orvalho – Oleiros

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Orvalho é uma das 12 Freguesias do concelho de Oleiros.

Esta Freguesia de Orvalho situa-se bem no coração da Beira Baixa, Orvalhoactualmente, uma das regiões com maior cultura tradicional do país. Mais concretamente, encontra-se num dos braços da Serra do Muradal, no extremo nordeste do Concelho de Oleiros, que integra o Distrito de Castelo Branco. Esta Freguesia é composta pelas aldeias de Orvalho, Casas da Zebreira, Foz de Giraldo e Adgiraldo, sendo que as mesmas estão junto à estrada nacional 112, que costumava ser a primordial ligação rodoviária entre o interior e o litoral, antes do surgimento das auto-estradas.

Ao fundo da Freguesia de Orvalho, existem dois interessantes miradouros. Um Miradouro do Mosqueirodeles, dois quilómetros a sul, tem o nome de Cabeça Murada. O outro, situado precisamente num dos extremos da aldeia do Orvalho, chama-se Cabeço Mosqueiro.

Site: Junta de Freguesia do Orvalho

Cambas – Oleiros

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É uma freguesia do concelho de Oleiros, situada nas margens do rio Zêzere.

CAMBAS

A palavra Cambas deriva do latim, com a designação camba, cambae, significando curva. No entanto esta palavra parece ter uma origem diferente da maior parte das palavras latinas, que adivinham do etrusco, principal povo da peninsula itálica, fundador do império romano, e da língua dos outros povos da península itálica. Os romanos, como povo conquistador que foram, assimilaram muitas das palavras dos povos que conquistaram, e muitas dessas palavras têm origem celta e pertenciam ao vocabulário dos povos que antes dos romanos habitavam a península ibérica, nomeadamente na parte que constitui hoje o território português.

Uma dessas palavras era, certamente, “cambas”. A origem desta palavra parece estar na língua celta, com a raiz em kamb, cujo significado era “serpente”, “serpentear” e também “curvas” – quando fossem muitas. Foi com este significado que a palavra passou, para o latim, e deste para o português, apesar de hoje em dia raramente ser usada com tal significado.

Mais em: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Zêzere 

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Rio Zêzere Junto a Cambas.

Praia Fluvial de Cambas, com uma vasta área verde e com aproveitamento natural do Rio Zêzere. Local privilegiado para um dia de descanso em contacto com a natureza.
Nesta praia houve o aproveitamento perfeito do serpentear do Rio, constituindo um local único com uma riqueza natural e com pouca intervenção humana.

Isna – Oleiros

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Isna está situada numa pequena bacia, no centro da serra de Alvéolos, a cerca de 12km de distancia da sede de concelho, Oleiros, numa região de férteis terrenos, com abundantes cursos de água, como a bonita Ribeira da Isna.

Ribeira da Isna

Ribeira Isna

Até meados do século XX, esta aldeia, vivia em quase completo isolamento. Ainda nos dias de hoje se respira um ambiente calmo, onde o tempo parece ter parado.
Em Isna vale a pena ver a Igreja Matriz (século XVIII), a Capela de Nossa Senhora das Dores (datada de 1793), a Fonte das Mulheres (construída a mando do Rei D. Carlos que por aqui passou e atendeu o pedido das mulheres da aldeia) e também as diversas pontes e moinhos que se espalham pela região.

ISCA – Isna Sport Clube Alvéolos

Álvaro – Oleiros

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Álvaro A aldeia de Álvaro, em tempos, foi sede de concelho, constituído pelas freguesias de Amieira, Sobral e Madeirã, como atestam as várias cartas régias e o foral concedido por D. Manuel, em 1514.

A sua toponímia deve-se, provavelmente, ao nome de um criado, Álvaro Pires, que ficou encarregue de governar estas terras na ausência do seu senhor, que tinha ido para a guerra.

O fidalgo nunca mais terá voltado e a povoação terá ficado com o nome de Álvaro Pires.

Esta freguesia situa-se a noroeste do concelho de Oleiros, ocupando uma área total de 29,4 Km2.

O aglomerado surge ao longo da rua central a olhar as escarpas rasgantes do rio Zêzere, conferindo-lhe características particulares no contexto concelhio. A aldeia de Álvaro integra a Rede das Aldeias do Xisto.
Deste conjunto habitacional destaca-se, além das casas solarengas, a capela da Misericórdia, imóvel classificado com valor concelhio e a Igreja Matriz.

Outro ponto de interesse, será a Praia Fluvial de Álvaro. Com uma ampla extensão de água e um panorama envolvente de rara beleza, o local transmite uma grande tranquilidade e um contacto com a natureza em estado puro. Para além das margens do rio, os banhistas têm ainda a possibilidade de utilizar duas piscinas flutuantes.

O patrono desta freguesia é S. Tiago Maior e dela fazem parte alguns lugares: Frazumeira, Pessegueiras, Longra, Sarnadas de Baixo, Sarnadas de Cima, Pandos, Quartos de Além, Quartos de Aquém, Sendinho de Santo Amaro e Gaspalha.

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Alvaro